PROCESSOS EDUCATIVOS PROMOTORES DE SAÚDE

 

Mesa reforça desafios na vida acadêmica estudantil (Site)

 

A mesa redonda, Processos Educativos Promotores de Saúde (22/10), atividade que integrou a 1ª Conferência UnB Promotora da Saúde – evento realizado pela Diretoria de Atenção à Saúde da Comunidade Universitária (DASU/DAC/UnB) – trouxe como destaque a importância da relação professor-aluno como singulares em suas capacidades afetivas e cognitivas no sentido de se pensar no aluno não como um sujeito adulto que está livre de toda ou nenhuma orientação. Pelo contrário, são seres afetivos que necessitam serem compreendidos e se sentirem pertencentes ao mundo universitário. 

Os participantes do evento evidenciaram ser preciso que os processos educativos não se deem de forma adoecedoras no âmbito da universidade; estudantes, professores, técnicos-administrativos e dirigentes têm diversas crenças, valores e ideias: é preciso diminuir os conflitos nas relações de trabalho e de convivência dentro do campus. 

Destaques na forma reducionista de como o Ensino Superior está sendo visto pela política atual e a luta realizada pela resistência estudantil em defesa da educação também foram objetos de pauta nas discussões. Segundo Nathalia, Honório, aluna do Instituto de Psicologia da UnB (IP/UnB), com a pandemia do COVID_19, surgiu-se a necessidade de se repensar todo o processo de ensino e os impactos que geram na vida pessoal de cada um. 

Mariana Franzoi, professora do Departamento de Enfermagem (ENF/UnB) ressaltou, a importância da relação entre os discentes. Segundo ela, a mentoria pode ser uma estratégia em se criar redes saudáveis de acolhimento não só aos calouros como, também, aos veteranos. 

Dificuldades de se adaptar à nova realidade da vida acadêmica, conflitos de interesses entre discentes além da tradicional ‘hierarquização’ professor-aluno gerando altos índices de reprovação e evasões foram temas que se permearem em torno das discussões do evento. 

Na discussão, relevância para a importância em se construir espaços para escutar os alunos e suas dores no sentido de ajudar a comunidade estudantil a enfrentar os desafios de uma nova fase, uma nova realidade: a vida acadêmica.  Se a não-individualização do sofrimento for implementada, criar-se-ão generalizações e perder-se-á o mais importante: a singularidade de cada um. 

 

PROCESSOS EDUCATIVOS PROMOTORES DE SAÚDE

 

Mesa reforça desafios na vida acadêmica estudantil (Redes Sociais)

A mesa redonda, Processos Educativos Promotores de Saúde (22/10) trouxe como destaque a importância da relação professor-aluno como singulares em suas capacidades afetivas e cognitivas no sentido de se pensar no aluno não como um sujeito adulto que está livre de toda ou nenhuma orientação. Pelo contrário, são seres afetivos que necessitam serem compreendidos e se sentirem pertencentes ao mundo universitário. Pautas como a visão reducionista do Ensino Superior e a luta do movimento estudantil em defesa da educação, o acolhimento saudável, a importância da relação entre os discentes e a adaptação à realidade acadêmica também foram objetos de discussão, o que reforçou a importância da construção de espaços para escuta dos alunos e suas dores, dessa forma, desfazendo-se da não-individualização do sofrimento, permitindo, assim, que haja a singularidade de cada um.