LGBTfobia FAZ MAL À SAÚDE

O dia 17 de maio, Dia Internacional contra a homofobia, marca o dia em que, há 15 anos, a homossexualidade deixou de ser considerada uma doença, fazendo menção à exclusão da homossexualidade da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID) da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Esse reconhecimento da orientação sexual foi uma conquista dos movimentos populares de lésbicas, gays e bissexuais. Porém, infelizmente esse reconhecimento ainda não foi dado às travestis e pessoas transexuais. Não só elas sofrem a violência transfóbica cotidianamente, como também sua identidade de gênero ainda é considerada uma doença.

Assim, a luta contra a LGBTfobia não está estagnada nas pautas do casamento igualitário, tão pouco circunscrita à criminalização da homofobia. Foram conquistas históricas, mas a lei sozinha não será capaz de mudar a forma de pensar e sentir de 86,8% de cristãos brasileiros – de acordo com o censo 2010 do IBGE – que dizem: “Deus fez a mulher para o homem”.

Acima de quaisquer credos, o importante é o respeito às pessoas e às suas formas de amar e ser feliz, o imperativo de viver! Não à violência! Sim ao respeito e ao amor!

Por isso e como nos diz a canção:

“E a gente vai à luta

E conhece a dor.

Consideramos justa toda forma de amor!”

Comunica FS